No oceano, é a crescente influência chinesa no Oceano Índico que preocupa os indianos. Os chineses criaram uma rede de portos “amigos”, entre o Mar do Sul da China, atravessando pelo Estreito de Malaca, correndo pelo Oceano Índico até o Golfo da Árabia. Essa rede permite os chineses manter e expandir sua influência econômica e militar por toda essa região.
Já no Tibet, a China tem gastou rios de dinheiro construindo uma moderna infra-estrutura para abrigar seu exército na região. Cerca de cinco bases aéreas foram instaladas nas áreas de Pangta, Linchi, Hoping, Gar Gunsa e Gongar, sendo que a menos de um ano foram vistos pela primeira vez, jatos de combate chineses J-11, os mais modernos de sua frota, treinando na região. Construíram também uma rede rodoviária que chegou a 58.000 quilômetros de extensão em 2010, além de um grande aumento na rede ferroviária.
Jatos de combate chineses J-11 sobre o Tibet
Uma pequena resposta de imediato da Índia foi à movimentação de duas divisões de montanha para a área perto da fronteira com a China, junto com dois esquadrões aéreos compostos por SU-30MKI. Para longo prazo, o país pretende fechar um pacote com cerca de 200 jatos de combate, para ainda este ano. Estão na briga o sueco JAS-39 Gripen da Saab, o F/A-18 Super Hornet da Boeing, Rafale da Dassault, F-16 da Lockheed e o MiG-35 russo.
Sobre o crescente aumento nos gastos militares chineses, a Comunidade Internacional pediu para que a China fosse mais “transparente” sobre suas intenções acerca do rápido crescimento militar. O porta voz militar chinês, General Major Luo Yuang respondendo a questão, disse que a China “não devia ligar para que os outros países achavam” em relação aos seus gastos militares.
A CHINA Ñ DEVE SATISFAÇÕES A NINGUÉM, MUITO MENOS AOS EUA. ELES Ñ DÃO SATISFAÇÕES A NINGUÉM QDO QUEREM INVADIR OS OUTROS O FAZEM SEM O MENOR CONSTRANGIMENTO. ACHO Q CADA PAÍS TEM O DIREITO DE CUIDAR DE SUA AUTO-DEFESA.
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