sexta-feira, 18 de março de 2011

Rápido crescimento militar chinês preocupa à Índia.


Fronteira entre Índia e China.


A Índia deu declarações esta semana que se mantém “cônscia e vigilante” em relação à crescente onda de modernização militar empregada pela sua vizinha China. A crescente influência da China no Oceano Índico e a construção de uma grande infra-estrutura militar no Tibet também preocupam o país. Uma resposta imediata do país hindu foi aumentar em 11.6% seu orçamento militar para este ano, passando a 35 bilhões de dólares. Essa soma não chega nem perto do orçamento anunciado pela gigante Chinês, que é de 91,5 bilhões de dólares.

No oceano, é a crescente influência chinesa no Oceano Índico que preocupa os indianos. Os chineses criaram uma rede de portos “amigos”, entre o Mar do Sul da China, atravessando pelo Estreito de Malaca, correndo pelo Oceano Índico até o Golfo da Árabia. Essa rede permite os chineses manter e expandir sua influência econômica e militar por toda essa região.

Já no Tibet, a China tem gastou rios de dinheiro construindo uma moderna infra-estrutura para abrigar seu exército na região. Cerca de cinco bases aéreas foram instaladas nas áreas de Pangta, Linchi, Hoping, Gar Gunsa e Gongar, sendo que a menos de um ano foram vistos pela primeira vez, jatos de combate chineses J-11, os mais modernos de sua frota, treinando na região. Construíram também uma rede rodoviária que chegou a 58.000 quilômetros de extensão em 2010, além de um grande aumento na rede ferroviária.

Jatos de combate chineses J-11 sobre o Tibet

Uma pequena resposta de imediato da Índia foi à movimentação de duas divisões de montanha para a área perto da fronteira com a China, junto com dois esquadrões aéreos compostos por SU-30MKI. Para longo prazo, o país pretende fechar um pacote com cerca de 200 jatos de combate, para ainda este ano. Estão na briga o sueco JAS-39 Gripen da Saab, o F/A-18 Super Hornet da Boeing, Rafale da Dassault, F-16 da Lockheed e o MiG-35 russo.

Sobre o crescente aumento nos gastos militares chineses, a Comunidade Internacional pediu para que a China fosse mais “transparente” sobre suas intenções acerca do rápido crescimento militar. O porta voz militar chinês, General Major Luo Yuang respondendo a questão, disse que a China “não devia ligar para que os outros países achavam” em relação aos seus gastos militares.

Um comentário:

  1. A CHINA Ñ DEVE SATISFAÇÕES A NINGUÉM, MUITO MENOS AOS EUA. ELES Ñ DÃO SATISFAÇÕES A NINGUÉM QDO QUEREM INVADIR OS OUTROS O FAZEM SEM O MENOR CONSTRANGIMENTO. ACHO Q CADA PAÍS TEM O DIREITO DE CUIDAR DE SUA AUTO-DEFESA.

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