O governo de Bashar Al Assad balança no poder, líder da minoria dos muçulmanos Alawaites, xiitas extremistas, seu governo oprime a maioria sunita que quer a derrubada do regime de Assad.Centenas de grupos formados em sua maioria por mulheres,crianças e idosos fogem em busca de abrigo e se tornaram refugiados, muitos estão morrendo de fome nas periferias dos principais centros de levante dos insurgentes.
Apesar da Rússia não ter se declarado sobre sua posição em relação ao regime, ela tem forte interesse na região,e temem uma mudança radical de regime, caso, de fato ocorra a intervenção dos países ocidentais e implementação de um regime aos moldes norte-americanos.O Irã também deseja que o regime dos Alawites continue,fontes estrangeiras afirmam que forças especiais da Rússia, a Spetsnaz, além de iranianos e integrantes do grupo terrorista Hezbollah agem junto com grupos mercenários contratados para repressão do grupo de resistência,o "Free Syrian Army", majoritariamente formado por ex oficiais do exército sírio, que se negaram a atirar contra a própria população e desertaram.
No último dia 12 foi assinado um cessar-fogo, e nessa semana seis observadores da ONU foram mandados para o local, porém não foram autorizados a chegar nas áreas rebeldes.Ban Ki-moon pediu ao Conselho de Segurança o envio de 300 observadores, mas a expectativa da organização é do envio de até 200, os observadores fazem parte de um plano de paz negociado por Kofi Annan.
