segunda-feira, 28 de março de 2011

A lição apreendida com o Iraque

Enquanto os rebeldes tomaram Nawfaliyah e seguem em direção oeste à cidade de Sirt(importante base militar e cidade natal de Kadafi), os EUA se mantém afastados da liderança das forças de coalizão, que agora são lideradas pela OTAN.

Rebeldes líbios são mal-preparados e recebem haxixe para enfrentar os soldados de Gaddafi


Os EUA estão preocupados em cometer os mesmos erros que cometeram no Iraque, justificaram a invasão com a desculpa das "armas de destruição em massa" que nunca foram encontradas,invadiram o país, depuseram o ditador que mais tarde foi enforcado, e tentaram implementar um regime "democrático" com moldes ocidentais que não teve êxito algum.É por isso que deve se tomar muita cautela, todas as intervenções militares e diplomáticas que tentam acabar com o regime de Kadafi tem que ser meticulosamente planejadas para que um fracasso não volte a se repetir.

A Itália propôs um cessar-fogo e exílio para Gaddafi, além de mediar o diálogo entre líderes tribais e os rebeldes, mas os rebeldes não estão dispostos a negociar. A força de coalizão liderada pela França foi criticada pela Rússia: "We consider that intervention by the coalition in what is essentially an internal civil war is not sanctioned by the U.N. Security Council resolution," Sergei Lavrov - Ministro dos assuntos exteriores russo

Dessa vez, os EUA não planeja ocupar o poder na Líbia, a lição apreendia no Iraque mostra que o povo só vai aceitar uma nova ordem política se a segurança de todos for garantida.














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