Enquanto o Brasil não se decide a respeito da compra dos jatos de combate, a Índia, que possuí conturbadas relações com o Paquistão além, de ter como vizinha à poderosa China que recentemente transferiu unidades aéreas para o Tibet, moveu-se e está prestes a fechar um contrato na casa de 10 bilhões de dólares referente à compra de 126 jatos de combate de 4° geração. As duas empresas finalistas são o consórcio europeu Eurofighter com o Thypoon e a francesa Dassault Aviation com o Rafale.
A notícia não foi bem vista nos EUA, já que a Lockheed Martin e a Boeing, duas empresas americanas estavam na disputa pelo contrato. O embaixador americano disse que “Estamos profundamente desapontados com as últimas noticias. Estamos ansiosos para continuar a crescer e desenvolver a nossa parceria de defesa com a Índia e continuo convencido de que os Estados Unidos oferece aos parceiros ao redor do globo a tecnologia mais avançada e confiável do mundo”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário