segunda-feira, 2 de maio de 2011

Índia prestes a fechar contrato para aquisição de jatos de combate. EUA está fora do páreo.

Na foto, o Rafale da francesa Dassault que ainda está na briga. Os EUA, está fora.

Enquanto o Brasil não se decide a respeito da compra dos jatos de combate, a Índia, que possuí conturbadas relações com o Paquistão além, de ter como vizinha à poderosa China que recentemente transferiu unidades aéreas para o Tibet, moveu-se e está prestes a fechar um contrato na casa de 10 bilhões de dólares referente à compra de 126 jatos de combate de 4° geração. As duas empresas finalistas são o consórcio europeu Eurofighter com o Thypoon e a francesa Dassault Aviation com o Rafale.

A notícia não foi bem vista nos EUA, já que a Lockheed Martin e a Boeing, duas empresas americanas estavam na disputa pelo contrato. O embaixador americano disse que “Estamos profundamente desapontados com as últimas noticias. Estamos ansiosos para continuar a crescer e desenvolver a nossa parceria de defesa com a Índia e continuo convencido de que os Estados Unidos oferece aos parceiros ao redor do globo a tecnologia mais avançada e confiável do mundo”.

Em 2005 os dois países assinaram um acordo na área de defesa que possibilita a transferência de tecnologia e colaborar para impulsionar as relações militares. Recentemente a Índia negociou quatro bilhões de dólares com os EUA em defesa, incluindo aeronaves de transportes C130J e aeronaves de vigilância marítima P8I e com isso era de se esperar um acordo entre os dois países no âmbito das aeronaves de combate, o que não ocorreu.

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